quinta-feira, 30 de julho de 2020

PLATÃO (2) – TEORIA DA REMINISCÊNCIA - FILOSOFIA

RENÉ DESCARTES (2) – RELAÇÃO MENTE E CORPO | PERÍODO RENASCENTISTA

RENÉ DESCARTES (1) – PENSO, LOGO EXISTO | PERÍODO RENASCENTISTA

KIERKEGAARD (1) – RAZÃO E FÉ - EXISTENCIALISMO

BARUCH SPINOZA(3) – MOTIVAÇÃO, EMOÇÕES E PAIXÕES | FILOSOFIA

BARUCH SPINOZA(1) – DEUS, RELAÇÃO MENTE-CORPO | FILOSOFIA

SÓCRATES: UM RESUMO DA VIDA E DA DOUTRINA DE UM MARCO DA HISTÓRIA DA FIL...

SÓCRATES – VIDA E FILOSOFIA | FILOSOFIA

PLATÃO (1) – TEORIA DAS IDEIAS E O MITO DA CAVERNA - FILOSOFIA

Grandes Pensadores: Platão

Qual é a ÉTICA para ARISTÓTELES? | Ética aristotélica | História da Filo...

O Mito da Caverna de PLATÃO| FILOSOFIA| República

CINISMO | A Filosofia do Cachorro Louco

Quais as PRINCIPAIS IDEIAS de PROTÁGORAS? | História da Filosofia

quarta-feira, 15 de julho de 2020

ENTRE AVANÇOS E RETROCESSOS O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE COMPLETOU 30 ANOS DE HISTÓRIA


O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou 30 anos neste 13 de julho. A Lei nº 8.069 foi assinada em 1990 e estabeleceu direitos e deveres para meninos e meninas com menos de 18 anos.
Nesses 30 anos, o ECA introduziu importantes avanços, como a ampliação do acesso de crianças e adolescentes às escolas públicas; a criação dos Conselhos Tutelares e das Varas da Infância e Juventude; a diminuição da mortalidade infantil; o reordenamento dos abrigos e das unidades de internação; a instituição de programas e serviços de enfrentamento aos maus-tratos, abusos, exploração sexual e ao trabalho infantil. Estabeleceu também obrigações e responsabilizações aos familiares, à sociedade em geral e aos Poderes Públicos, visando à proteção integral e especial infanto-juvenil.
Entretanto, é obvio que parte significativa do ECA ainda não foi implementada e, muitas vezes, a lei acaba sendo tratada apenas como uma “carta de intenções”. Exemplo disso é o disposto no artigo 4º do Estatuto, quanto à destinação privilegiada de recursos públicos para os programas e serviços de proteção de crianças e adolescentes, que é descumprido reiteradamente pelas Prefeituras e pelos Governos estaduais e federal, fazendo do Brasil um dos Países mais perigosos do Mundo para crianças e adolescentes. 
Frente a este cenário, após 30 anos de vigência do Estatuto da Criança e do Adolescente, podemos concluir que o Brasil tem uma das legislações mais avançadas do Mundo para promover, defender e proteger os direitos de crianças e adolescentes, mas, ao mesmo tempo, é um dos Países onde mais as crianças e adolescentes estão expostos à violência e às violações de seus direitos fundamentais.
Isso posto, precisamos estarmos vigilantes para que os poucos avanços obtidos nestes 30 anos não venham rapidamente ruir!

sábado, 13 de junho de 2020

CONTO E POESIA EM TEMPOS DE PANDEMIA



Observando os discursos e as atitudes através dos noticiários veiculados pelas mídias do nosso des - presidente do Brasil, que está desgovernando nosso país, por meio de atitudes deprimentes, irresponsáveis e criminosas, ao desdenhar da ciência e da OMS, incitando o povo a entrar na fila do matadouro. Ignorem-no!
A história nos mostra o perigo de uma PANDEMIA, vide, as consequências da pandemia que teve início em 1918, a do vírus influenza, chamada erroneamente de “gripe espanhola”, infectou mais de 500 milhões de pessoas e matou mais de 50 milhões de seres humanos, um quarto da população mundial à época, há 102 anos, entre 1918 e 1920. O ex-presidente do Brasil, Rodrigues Alves, morreu, vítima desta pandemia, inclusive.
Diante do exposto, lembrei-me de um conto lido na adolescência, A Roupa Nova do Rei, que versa sobre um rei ensimesmado e narcísico.
Era uma vez um Rei tão vaidoso de sua pessoa que só faltava pisar por cima do povo. Certa vez, procuram-no uns homens que diziam ser tecelões maravilhosos e que fariam uma roupa encantada, a mais bonita e rara do mundo, mas com uma característica singular, uma vez que apenas os olhos daqueles que fossem filhos legítimos, apenas estes felizardos, estariam aptos a enxergar tão exótica e única indumentária.
O Rei achou muita graça na proposta e encomendou o traje, dando muito dinheiro para sua feitura. Os homens trabalharam dia e noite num tear mágico, cozendo com linha invisível, um pano que ninguém via.
O Rei mandava sempre ministros visitarem a oficina e eles voltavam deslumbrados, elogiando a roupa e a perícia dos alfaiates. Finalmente, depois de muito dinheiro gasto, o rei recebeu a tal roupa e marcou uma festa pública para ter o gosto de mostrá-la ao povo.
Os alfaiates compareceram ao palácio, vestindo o Rei de ceroulas, e cobriram-no com as peças do tal traje encantado, ricamente bordado, mas invisível aos olhos dos filhos bastardos.
O povo esperou lá fora pela presença do Rei e quando este apareceu todos aplaudiram com muito entusiasmo. Os alfaiates, aproveitando a festa, desapareceram no meio do mundo.
O Rei seguiu com o cortejo. Mas, atravessando uma das ruas pobres da cidade, do meio da multidão, um menino gritou:
"O Rei está de ceroulas!"
Todo mundo ali presente reparou e viu que realmente o rei estava apenas de ceroulas. Uma grande e estrondosa vaia foi o que se ouviu. O Rei correu para o palácio morto de vergonha. Desse dia em diante corrigiu-se do seu orgulho. E enquanto durou seu reino foi um Rei justo e simples para o seu povo.
Conto da idade média compilado pela primeira vez na Espanha por Dom Juan Manuel, século XV, em um livro intitulado "Libro de Patronio ou do Conde Lucanor"
Des-presidente, grandes empresários, banqueiros, investidores e capitalistas em geral, tal como no conto A Roupa Nova do Rei estão nus e desesperados com a proposta de Isolamento Social – quarentena, diante desta EPIDEMIA causada pelo COVID-19. PORQUÊ???
Não caiam nesta armadilha! Eles dizem que o coronavírus é uma “gripezinha”, porque querem continuar lucrando e acumulando capital. Eles sabem muito bem que o coronavírus já matou em todo o mundo milhões de pessoas e matará muito mais, provavelmente. 
Portanto, quem está dizendo que o povo não precisa ficar em quarentena, que não deve se precaver, está maquinando a morte de milhares de seres humanos. 
Se a quarentena for levada a sério, a pandemia do coronavírus nos trará dores de parto e não grunhido de morte.
E por falar em poesia, encerro com Thiago de Mello: “Faz escuro mas eu canto, / porque a manhã vai chegar. / Vem ver comigo, companheiro/a, / a cor do mundo mudar. / Vale a pena não dormir para esperar / a cor do mundo mudar. / Já é madrugada, / vem o sol, quero alegria, / que é para esquecer o que eu sofria. / Quem sofre fica acordado / defendendo o coração. / Vamos juntos, multidão, / trabalhar pela alegria, / amanhã é um novo dia”. Sim, é noite escura, mas no meio de noite escura pode brilhar uma luz que nos humaniza e poderá impedir o extermínio da humanidade do Planeta Terra, nossa única Casa Comum. Fique em casa, é medida necessária para salvar vidas!!!
Srasmsc  - JUNHO/2020




HUMOR EM TEMPOS DE PANDEMIA

quinta-feira, 11 de junho de 2020

ESPERANÇA EM TEMPOS DE PANDEMIA



Nenhuma dor é imaginável até ser, de fato, sentida.
Centenas de famílias já a conhecem, com propriedade, uma angústia que tem afetado muitos brasileiros e o mundo todo – a das mortes causadas pelo covid-19, que se espalha rapidamente, invisível e letal.
O vírus é real, tá aí, tirando vidas, todo dia ele tem tirado pessoas, o amor da vida de alguém, de maneira sangrenta. Dói, dói muito. 
Ninguém tá preparado pra uma dor dessa. Mas ele está a nossa porta.
Se o luto já pesa em qualquer circunstância, em tempos de pandemia é preciso, muitas vezes, carregá-lo sozinho: sem um abraço, um olho a olho. A gente não se despede, não pode velar, rezar. Recebe a notícia e tem que enterrar. Parece que você não encerra um ciclo, não tem tempo de entender, processar.
A lacuna que a não-despedida deixa preenche, agora, os dias de inúmeras famílias.
Quando a gente deixa de ver só número na televisão e passa a ser estatística, ficamos chateado com pessoas que não têm sensibilidade, que dizem que isolamento é uma besteira e que o comércio tem que voltar.
Este é um momento de conscientização do consumo, e atitudes corretas agora são imprescindíveis para o controle desta pandemia que está acontecendo severamente. 
Temos a convicção e a certeza de que se pensarmos coletivamente, esse momento difícil passará mais rápido para estarmos juntos novamente.
Vamos respirar fundo, aproveitar este momento para repensar nossas relações. Nossas relações com o outro e com nós mesmos.
Trabalhem, quando possível, leiam, assistam filmes, desenhem, reflitam, escrevam, cozinhem, durmam, toquem música, cantem, dancem na sala, cuidem das plantas, liguem para os amigos e amigas, façam ginástica, brinquem com as crianças, mas fiquem em casa.
Amigos e Amigas, diante desta situação sem precedentes. Vamos cuidar uns dos outros e de nós mesmos. Fique em casa.
Vamos juntos superar esse momento e temos certeza que aprenderemos muito.

quinta-feira, 4 de junho de 2020

CIÊNCIA POLÍTICA EM TEMPOS DE PANDEMIA



 A ciência política é uma área de estudos que faz parte das ciências sociais. Na ciência política são estudados e analisados os sistemas de governo e as formas de organização social que existem.
A ciência política inclui todo o estudo que pode ser relacionado aos fatos que são ligados ao funcionamento de uma sociedade, como:
- forma de organização da sociedade;
- os diferentes sistemas de governos que existem,
- sistemas de administração de uma sociedade;
- os fenômenos sociais;
- comportamentos e relacionamentos políticos; e
- sistemas de governo de uma sociedade.

A IMPORTÂNCIA DA POLÍTICA
Uma das funções principais da política é chegar a acordos que garantam benefícios para todos os cidadãos. Assim, pode-se dizer que a política é um instrumento para chegar a uma organização social satisfatória, para que a sociedade funcione de maneira organizada e justa.
A política também pode ser definida como o relacionamento entre o governo e os cidadãos. Dessa forma, a política também existe para que os interesses da população sejam levados até os governantes, que são responsáveis por tomar as decisões que vão influenciar na vida das pessoas e na organização da sociedade.
A prática da política pelos governantes pode acontecer de várias formas. Veja alguns exemplos:
- quando um governante toma uma decisão sobre como será aplicado o dinheiro dos impostos pagos pela população;
- quando são decididas quais políticas públicas serão criadas; e
- quando são criadas e votadas novas leis.

O EXERCÍCIO DA POLÍTICA COMO UM ATO DE CIDÂDANIA
A política deve acontecer por parte das pessoas que formam a sociedade e que não ocupam cargos políticos.
É obrigação dos cidadãos obedecer às leis que existem e cumprir as regras que são determinadas nessas leis, quando justas. Essas obrigações também são uma forma de fazer política.
Os cidadãos devem participar da vida política fazendo reivindicações, manifestando a sua vontade para os governantes. Quando os eleitores reivendicam seus direitos e quando discordam de alguma decisão do governo, manifestando sua opinião contrária ou sua discordância. Essa também é uma prática política.

ORIGEM DA PALAVRA POLÍTICA
A palavra política tem origem no termo grego politiké, que é a união de outras duas palavras gregas: polis e tikósPolis significa cidade e tikós é um termo que significa o bem comum dos cidadãos.
Assim, politiké era um termo grego que significava governo da cidade para o bem comum de todos os cidadãos.

SURGIMENTO DA POLÍTICA
O surgimento da política aconteceu na Grécia Antiga, depois da formação das cidades gregas, que eram chamadas de cidade-Estado. Foi a partir da necessidade de criar um sistema de organização do funcionamento das cidades-Estado que surgiu a forma de governo parecida com o que hoje se conhece como política.
A necessidade de organizar o funcionamento das cidades-Estado aconteceu depois que surgiram classes sociais populares que também desejavam participar das decisões relativas à cidade. Foi a partir desse momento que, em Atenas, surgiu a forma de governo que foi chamada de democracia ateniense. Esse é o primeiro registro histórico da política e da democracia.

Foi um político grego chamado Clístenes que iniciou a organização da democracia ateniense. Na democracia grega era permitido que os cidadãos homens, depois de completarem 18 anos, participassem das assembleias de decisão nas cidades-Estado.
Foi nesse modelo político da Grécia que surgiram alguns conceitos que ainda hoje fazem parte da política. Por exemplo:
- a igualdade de todas pessoas diante da lei, tanto para direitos como para obrigações;
- o direito ao voto;
- direito de participação nas assembleias e nas decisões; e
- reformas sociais que beneficiassem os cidadãos.

ARISTÓTELES E A POLÍTICA
Aristóteles foi um filósofo grego que deu uma grande contribuição para o entendimento e estudo da política. Ele estudou na Academia de Platão em Atenas e se tornou um dos filósofos mais conhecidos e estudados do mundo. Anos mais tarde Aristóteles fundou sua própria escola de filosofia, o Liceu.
Escola de Atenas, Platão e Aristóteles no centro da pintura - Rafael Sanzio (1509-1511)
As contribuições de Aristóteles para o estudo da política são muitas, já que essa foi uma das suas principais áreas de estudo. Muitas das ideias de Aristóteles sobre política podem ser encontradas no livro "A política".
As formas de governo, as questões sobre justiça, sobre a formação e o funcionamento do Estado foram estudadas por ele.
Para Aristóteles a função da política é atingir os objetivos que sejam bons para os interesses dos cidadãos e do Estado. Para ele o centro do estudo sobre política é a coletividade e o interesse de todos.
Também foi Aristóteles que criou a classificação das formas de governo em: República, Monarquia e Aristocracia. A República seria o governo para todos os cidadãos, a Aristocracia para poucos (que deviam ser escolhidos pelo seu mérito) e a Monarquia era o governo único, de um rei.

CONTRIBUIÇÕES DO PENSAMENTO POLÍTICO DE ARISTOTELES:
- o homem é um “animal político” porque tem a capacidade de aprender, pensar, falar e de se relacionar e conviver em sociedade;
- o Estado é mais importante do que as pessoas, no sentido de que o todo (sociedade) deve ser mais importante do que as partes que o formam;
- o objetivo da política e do Estado é a formação da consciência ética e moral das pessoas como partes de uma sociedade; e
- o bem de todos deve ser mais importante que o bem de cada pessoa.

O EXERCÍCIO DA POLÍTICA PELOS CIDADÃOS, CONDUZ AO DESENVOLVIMENTO E A JUSTIÇA SOCIAL !!!


Srasmsc/Toda Política
Junho/2020

SIGNIFICADO DA PALAVRA FILOSOFIA?



FILOSOFIA → do GREGO → FILO (PHILIA) = Amizade, Amor Fraterno / SOFIA (SOPHIA) = Sabedoria'. Philia (em grego: φιλíα; transl.: philia, filia) retirado do tratado de Ética a Nicômaco de Aristóteles, o termo é traduzido geralmente como "amizade", e às vezes também como "amor". Sophia: Significa “sabedoria” e 'sabedoria divina'. Sophia tem origem no grego sophia, que quer dizer literalmente “sabedoria” 
Podemos criativamente compreender FILOSOFIA como amor e/ou amizade pela sabedoria/conhecimento.
FILÓSOFO é aquele que tem amor e/ou amizade pela sabedoria/conhecimento. Aquele que busca a sabedoria/conhecimento. Ainda que sabedoria e conhecimento sejam coisas distintas, o filósofo deve ter como objetivo a conquista de ambas pois o conhecimento é que permitirá a sabedoria.
Entre os antigos, a filosofia é uma ciência, a do conhecimento racional, tornou-se entre os modernos sinônimo de questionamento sobre a natureza do homem e seu significado.

CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS DO ENEM


HUMOR PARA DESCONTRAIR RISCO DE FEMENICÍDIO


NOTÍCIAS DA EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE PANDEMIA



MEC PERMITE INCLUIR ATIVIDADES A DISTÂNCIA NO CALENDÁRIO DO ANO LETIVO

O Ministério da Educação (MEC) homologou parcialmente as diretrizes definidas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) para orientar escolas e instituições de ensino durante e após a pandemia do novo coronavírus. O parecer, permite que atividades não presenciais sejam contadas no calendário do ano letivo, para cumprir a carga horária mínima obrigatória. Isso vale para todas as etapas de ensino, desde a educação infantil.
As aulas presenciais nas escolas e universidades em todo País estão suspensas, para evitar a transmissão do vírus causador da covid-19.
As decisões finais sobre como ficará o calendário escolar deste ano caberão a estados, municípios, às instituições de ensino superior e às escolas privadas.
O parecer do MEC sugere que as redes de ensino busquem alternativas para minimizar a necessidade de reposição presencial de dias letivos, a fim de permitir que seja mantido um fluxo de atividades escolares aos estudantes enquanto durar a situação de emergência. Para repor a carga horária ao fim do período de emergência, a diretriz indica o uso de períodos não previstos, como recesso escolar do meio do ano, de sábados, e a reprogramação de períodos de férias. A ampliação da jornada escolar diária por meio de acréscimo de horas em um turno ou a adoção do contraturno para atividades escolares também são alternativas a se considerar.
Além disso, o texto autoriza os sistemas de ensino a computar atividades não presenciais. Tais atividades podem ser ofertadas por meio digitais, por meio de videoaulas, de conteúdos organizados em plataformas virtuais de ensino e aprendizagem e pelas redes sociais. Podem ainda ser oferecidas por meio de programas de televisão ou rádio; pela adoção de material didático impresso e distribuído aos alunos e seus pais ou responsáveis; e pela orientação de leituras, projetos, pesquisas, atividades e exercícios indicados por profissionais do setor.
Srasmsc
maio - 2020


domingo, 31 de maio de 2020

PANDEMIA E PÓS – PANDEMIA: DESAFIOS A EDUCAÇÃO


PANDEMIA E PÓS – PANDEMIA: DESAFIOS A EDUCAÇÃO
A pandemia provocada pelo novo coronavirus – Covid-19 – que assola o mundo e impõe o isolamento social generalizado, fechando as pessoas em suas casas, está mantendo metade dos estudantes de todo o mundo longe das salas de aulas, em ambos hemisférios do globo terrestre.
A pandemia da Covid-19 vem trazendo imensos desafios para todos os setores, no Brasil e no mundo. Na tentativa de reduzir a ampla disseminação do novo Coronavírus, medidas de distanciamento social têm sido adotadas pelos países, e ainda não se sabe exatamente quando deixarão de ser necessárias.

Na Educação, tais medidas significam, em linha geral, o fechamento de escolas públicas e particulares, com interrupção de aulas presenciais.

Nesse quesito, o Brasil tem seguido a tendência mundial. Em todo o território nacional, redes públicas e privadas interromperam o funcionamento das escolas.

Por ora, as redes federais, estaduais, municipais e privada têm avançado nesse sentido, e o caminho tem sido viabilizado, principalmente, por meio da disponibilização de plataformas online, aulas ao vivo em redes sociais e envio de materiais digitais aos alunos, como mostra recente levantamento realizado.

Diante desse contexto, o presente esforço busca recorrer aos dados e evidências existentes para iluminar os desafios e limitações do ensino remoto e, também, as estratégias que são mais adequadas ao se optar por lançar mão dessa alternativa.

Frente ao atual momento, soluções de ensino remoto podem contribuir e devem ser implementadas. Mas, considerando seu efeito limitado, é preciso cuidadosa normatização e, desde já, atenção ao planejamento de volta às aulas.

Estratégias de ensino a distância deverão cumprir papel importante para a redução dos efeitos negativos do distanciamento temporário, mas as evidências indicam que lacunas de diversas naturezas serão criadas. Com isso, normatizações sobre sua equivalência para fins de cumprimento do ano letivo precisam ser objeto de atenção e, desde já, precisamos começar a planejar um conjunto robusto de ações para o retorno às aulas.

Uma estratégia consistente para o ensino remoto é aquela que busca mitigar as condições heterogêneas de acesso e os diferentes efeitos de soluções a distância em função do desempenho prévio dos estudantes.

Para enfrentar o risco da ampliação de desigualdades, ao lançar mão de estratégias de ensino a distância, é preciso entender que a disposição de recursos tecnológicos é heterogênea entre os alunos e que aqueles que já têm desempenho acadêmico melhor tendem a se beneficiar mais das soluções tecnológicas.

O ensino remoto não deve se resumir a plataformas de aulas online, apenas com vídeos, apresentações e materiais de leitura. É possível (e fundamental!) diversificar as experiências de aprendizagem, que podem, inclusive, apoiar na criação de uma rotina positiva que oferece a crianças e jovens alguma estabilidade frente ao cenário de muitas mudanças. Envolvimento das famílias também é chave, já que poderão ser importantes aliados agora e no pós-crise.

Dessa forma, é preciso ter expectativas realistas quanto às diversas soluções existentes, sabendo que elas são importantes alternativas no atual momento, mas não suprirão todas as necessidades esperadas e previstas nos currículos.


Em suma, um alerta importante no que tange à priorização dos esforços por nossa parte nas próximas semanas e meses: por mais que a adoção do ensino remoto possa contribuir para reduzir o impacto do fechamento de escolas na formação dos alunos, é fundamental que as escolas e redes de ensino não demorem a planejar estratégias eficazes para lidar com a volta às aulas.
Em outras palavras, uma resposta em escala e à altura dos desafios que surgirão só poderá ser dada com um robusto conjunto de ações pós-período de fechamento das escolas. Conforme experiências de outrora vivenciadas por outros paises,  precisaremos de novas estratégias para contemplar novas e excepcionais demandas, como o acolhimento emocional dos alunos e profissionais da Educação, a comunicação reforçada com suas famílias e sociedade e um acompanhamento mais próximo dos estudantes com maior propensão ao abandono ou evasão, avaliações diagnósticas acompanhadas de amplos programas de recuperação escolar e ações de formação e apoio aos professores em múltiplas dimensões.

Considerando as disparidades no acesso à internet e aos equipamentos tecnológicos e as diferenças já existentes nos níveis de aprendizado dos alunos, nossas estratégias devem lançar mão de ações que intencionalmente busquem reduzir, ao máximo, o risco de ampliação das desigualdades educacionais. Os alunos de nível socioeconômico mais baixo, que já deveriam receber maior foco da política educacional em situações normais, devem ganhar atenção ainda mais especial neste momento de crise.

Portanto, ainda que as atividades escolares estejam sendo transpostas para dentro dos domicílios, os professores seguem sendo essenciais para o processo de ensino-aprendizagem. No caso do uso de tecnologias educacionais, por exemplo, as evidências são claras em apontar que os docentes possuem papel fundamental para que essas soluções tenham resultado positivo no desempenho acadêmico dos estudantes e diante de um cenário com características inéditas, os professores seguem sendo o ativo mais importante para enfrentarmos os desafios educacionais que se apresentam agora e que, muito provavelmente, só aumentarão no futuro breve – pós pandemia...
Srasmsc
                                                                                                                                MAIO 2020

sexta-feira, 29 de maio de 2020

HUMOR EM TEMPOS DE PANDEMIA






CAPSULAS DE FILOSOFIA - 12

Mitologia celta

A mitologia celta é o resultado da mistura de várias civilizações. Os celtas eram povos bárbaros que se espalharam por quase toda a Europa e foram raiz de muitas culturas. Os celtas eram formados por diversas tribos rivais, lideradas por um chefe guerreiro e, cada tribo cultuava suas diferentes divindades.
Os celtas não chegaram a constituir um império com unidade política, mas a unidade cultural era assegurada pelos sacerdotes, chamados druidas, que cuidavam da manutenção das normas. Eram também responsáveis pela prática das magias e rituais religiosos. Para adorar seus deuses, os celtas, inicialmente construíam seus altares ao ar livre, em meio a bosques, onde realizavam seus rituais.
A mitologia celta está dividida em três grupos: a mitologia irlandesa, a britânica e a continental. Entre os principais deuses cultuados pelos celtas estão: Sucellus, o rei dos deuses, que representava a fertilidade; Dagda, deus da magia e da sabedoria; Taranis, deus do trovão que surgia no céu em uma carruagem; Lugh, deus do sol e da luz; Tailtiu e Macha, deusas da natureza; Cernunnos, deus dos animais, com olhos e chifres de cervo, podendo tomar a forma de vários animais; Morrigan, deusa da guerra; Dea Matrona, era a deusa mãe, representada por três mulheres; Epona, deusa dos cavalos. Cuchulain, era filho de Lugh, o herói guerreiro que matava seus inimigos com uma lança cheia de espinhos.

CAPSULAS DE FILOSOFIA - 11

Mitologia nórdica

A mitologia nórdica teve sua origem através das sagas, contos que louvavam os heróis. Surgiram por volta do século X, na Islândia, onde as principais famílias islandesas, desejosas de imortalidade, encarregavam os sgnamenn, homens de extraordinária memória e talento narrativo, de contar os feitos de suas origens. Os reis noruegueses adotaram o mesmo feito. A essas histórias acresciam-se elementos fantásticos e míticos, e os heróis misturavam-se com os deuses.
Os povos nórdicos eram os habitantes dos países hoje conhecidos como Suécia, Noruega, Dinamarca e Islândia. Para esses povos, o centro do mundo era Midgard, o lar dos homens. A casa dos deuses era Asgard, e em torno das duas moradas estava o mar, a terra de gigantes e a grande serpente. Odin, governava os deuses e os homens e conhecia todo o passado, presente e futuro. Seu filho Thor comandava o trovão, que era criado a golpes de martelo. Loki, deus do fogo, era o conselheiro e inimigo dos trapaceiros.
Em Asgard ficava o Valhala, paraíso, onde as valquírias, mulheres guerreiras, levavam os heróis mortos em combate. Ali viveriam eternamente jovens, em lutas caçadas e banquetes, à espera da ressurreição do mundo. Teriam que enfrentar os gigantes, os monstros, a serpente e o filho de Loki. Os heróis seriam vencidos e a terra ficaria toda escura e fria, até a vida recomeçar. Quem não morresse em combate, iria para o reino de Hell, eternamente gelado e em trevas.

CAPSULAS DE FILOSOFIA - 10

Mitologia egípcia

A mitologia egípcia é o conjunto de fábulas que reuniu uma considerável variedade de deuses, imersos na força da religião, que servia para justificar teoricamente a organização geral da sociedade, que vivia em função dos deuses, seguindo os princípios por eles estabelecidos.
Centenas de deuses protegiam a agricultura, outros a linguagem, o ensino e a literatura. Cada cidade ou distrito tinha seus próprios deuses. Osíris era o deus da morte, pois os egípcios acreditavam que o homem ao morrer, passavam a viver de outro modo, no mundo dos mortos, daí a prática de se mumificar os mais ilustres mortos. Amon, ou Amon-Ra, era o deus do sol, elevado a deus nacional na XI dinastia. Foi a maior divindade egípcia. Isis era a deusa do amor e da magia, era filha de Geb, deus da terra e de Nut deusa do firmamento.
Por motivos políticos, para que um deus simbolizasse um monarca, aproximavam-se do monoteísmo. Na verdade dizia-se apenas que uns poucos deuses eram mais importantes. O faraó Amemofis IV, abandonou o politeísmo e impos o culto excessivo ao deus Atom, o próprio Sol, e nomeou-se o representante de Aton na terra. No reinado de Ptolomeu, Serápis era o deus oficial, que resultou da fusão dos deuses Osíris e Ápis.

CAPSULAS DE FILOSOFIA - 09

Mitologia romana

A mitologia romana é a história de vários deuses e heróis, que foram admirados durante o Império Romano, oriundos de divindades etruscas, celtas, egípcias, itálicas e principalmente gregas, quando a Grécia passou a fazer parte do Império Romano.
Nos primórdios do Império, os deuses existiam apenas para servir ao homem e como o povo era normalmente camponês, os romanos cultuavam os patronos dos rebanhos e dos campos. Ofereciam-lhes animais, vinho e incenso antes das colheitas e os deuses eram invocadas para proteger os trabalhos do campo.
Entre os deuses conquistados por Roma, os gregos foram os mais importantes, e ao serem incorporados na Assembléia Divina de Roma, fizeram os romanos reformularem sua concepção das forças sobrenaturais. Eles perderam seu aspecto utilitário e assumiram características humanas. Alguns deuses desapareceram e outros mudaram de nome e receberam várias atribuições. Assim, Júpiter (era o deus supremo, o deus da cidade, do raio e do trovão); Vênus (deusa da beleza e do amor); Minerva (a sabedoria); Diana (deusa da lua e da caça); Baco (deus do vinho e dos bacanais); Ceres (a terra fértil); Apolo (o sol); Mercúrio (o vento); Netuno (os mares) etc.
Hércules, que na mitologia grega era chamado de Héracles, passou a ter maior importância no Império Romano. Famoso por sua força, enfrentou difíceis tarefas para matar monstros e animais ferozes.

CAPSULAS DE FILOSOFIA - 08

Mitologia grega

Mitologia grega é a história dos inúmeros deuses imortais, criaturas semidivinas e musas, criadas na Grécia antiga, e que atravessaram os séculos. A mitologia grega surgiu como tentativa para as explicações dos fenômenos naturais, ou como garantia de vitória nas guerras, de boa colheita, de sorte no amor etc. As divindades gregas eram dispostas numa hierarquia e seus deuses eram muito semelhantes ao homem. As atitudes de ciúme, inveja, despeito e amor, eram comuns, pois os deuses do Olimpo comportavam-se como criaturas humanas. Só que eram dotados de maiores poderes, de mais beleza e perfeição e imunes ao tempo.
Zeus era o senhor dos homens e supremo mandatário dos deuses que habitavam o monte Olimpo. Para obter as boas graças, os gregos homenageavam as poderosas criaturas com ritos, festas e oferendas. Cada entidade representava forças da natureza ou sentimentos humanos: Afrodite representava (a beleza e o amor); Atena (a sabedoria); Artêmis (a lua); Dionísio (a festa, o vinho e o prazer); Deméter (a terra fértil); Febo (o sol); Hermes (o vento); Posseidon (os mares) etc.
Os principais heróis gregos, quase deuses, eram capazes de vencer monstros, combater inimigos e realizar feitos impossíveis aos mortais. Entre eles estão: Perseu (matou a Medusa, terrível criatura com cabeleira formada por serpentes, cujos olhos transformavam em estátuas de pedra todos aqueles que a encarassem); Teseu (participou da viagem dos argonautas e matou o Minotauro); Héracles (Hércules, para os romanos), (filho de Zeus e Alcmena, tinha como principal qualidade a força física); Agamenon (foi o comandante da Guerra de Troia); Aquiles (participou do cerco a cidade de Troia); Édipo (decifrou o enígma da esfinge); Atlanta (heroína que participou da caça ao javali de Caridon).

CAPSULAS DE FILOSOFIA - 07

Significado de Mitologia

O que é Mitologia:

Mitologia é a história de personagens sobrenaturais, cercados de simbologia e venerados sob a forma de deuses, semideuses e heróis, que regiam as forças da natureza, comandavam raios, ventos, rios, céus e terras, sol e lua. É o conjunto de fábulas que explicam a origem dos mitos, das divindades mitológicas, que tinham nas mãos o destino dos homens e regiam o mundo.
Mito, do grego, significa narrar, contar. No sentido figurado significa coisa inacreditável. Mito significa também personagem divinizado. Logia, do grego lógos, significa estudo, palavra, ciência.
Mitologia é o estudo das lendas, mitos, narrativas e rituais, com que os povos antigos revenciavam os deuses e heróis. Mitologia é a ciência que procura a explicação dos mitos, que têm um caráter social desde sua origem, e só são compreensíveis dentro do contexto geral da cultura em que foram criados.

Significado filosófico de mitologia

As culturas antigas, na tentativa de enfrentar os problemas relacionados à existência da vida e de entender o mundo, encontraram um meio de se defender dos perigos reais e imaginários, criando seus deuses, semideuses e heróis, envolvidos em histórias de magia e rituais fabulosos, diante das forças misteriosas que acreditavam tudo governava.
Os atos mágicos significavam um esforço do homem em entender e resolver seus problemas, que eram enormes diante do seu desconhecimento do mundo.

CAPSULAS DE FILOSOFIA - 06

MITO DE NARCISO

Na mitologia grega, um dos mais famosos mitos é o de Narciso, um jovem tão bonito que despertou o amor de Eco, uma bela ninfa. Narciso rejeitou esse amor, fazendo que a ninfa ficasse destruída com a rejeição. Como castigo, a deusa Nêmesis fez com que ele se apaixonasse pelo próprio reflexo no rio, de tal forma que Narciso morreu afogado.

CAPSULAS DE FILOSOFIA - 05

Mito da Caverna

O mito da caverna possui vários outros nomes, como "alegoria da caverna", "prisioneiros da caverna" ou "parábola da caverna". Essa alegoria faz parte da obra "A República", da autoria do filósofo grego Platão.
Nesta narração, Platão nos convida a imaginar uma caverna onde dentro existem humanos que nasceram e cresceram dentro dessa mesma caverna. Eles nunca saíram, porque se encontram presos no seu interior. Os habitantes da caverna estão de costas voltadas para a sua entrada. Fora da caverna, existe um muro alto que separa o mundo exterior da caverna. Os homens existentes no mundo exterior mantêm uma fogueira acesa, e os ruídos que fazem podem ser ouvidos dentro da caverna. De igual forma, as suas sombras são refletidas na parede no fundo da caverna, e os seres humanos acorrentados, vêm as sombras e pensam que elas são a realidade.
Em seguida, Platão pede que imaginemos que um dos seres humanos acorrentados consegue fugir da caverna, subir o alto muro e passar para o outro lado, descobrindo que as sombras que antes via, vinham de homens como ele. Além disso, descobriu também a natureza que existia do outro lado do muro. Platão discursa então sobre o que esse homem fará com essa nova realidade e o que poderá acontecer se ele resolver voltar para a caverna, contando aos outros que a vida que estão vivendo é na realidade um engano. Poderá acontecer que os outros homens o ignorem completamente, ou no pior dos casos, que o matem, por considerarem que ele é um louco ou mentiroso.
Através desta alegoria, Platão nos remete para a situação que muitos seres humanos vivem, num mundo de ilusão, e presos por crenças errôneas, preconceitos, ideias falsas, e por isso vivem em um mundo com poucas possibilidades, assim como os homens na caverna.
Platão usou essa narrativa para explicar como o ser humano pode obter libertação da escuridão com a ajuda da luz da verdade, falando também da teoria do conhecimento, do conceito de linguagem e educação como alicerces de um Estado Ideal. Contudo, é importante perceber que indíviduos que procuram espalhar a luz e a verdade - como o homem que regressara à caverna - são muitas vezes mortos. Esse foi o caso de Sócrates, que foi condenado à morte, depois de ter sido acusado de corromper a mente dos jovens.

CAPSULAS DE FILOSOFIA - 04

Significado de Mito

O que é Mito:

Mito são narrativas utilizadas pelos povos gregos antigos para explicar fatos da realidade e fenômenos da natureza, as origens do mundo e do homem, que não eram compreendidos por eles. Os mitos se utilizam de muita simbologia, personagens sobrenaturais, deuses e heróis. Todos estes componentes são misturados a fatos reais, características humanas e pessoas que realmente existiram.
Um dos objetivos do mito era transmitir conhecimento e explicar fatos que a ciência ainda não havia explicado, através de rituais em cerimônias, danças, sacrifícios e orações. Um mito também pode ter a função de manifestar alguma coisa de forma forte ou de explicar os temas desconhecidos e tornar o mundo conhecido ao Homem.
Mito nem sempre é utilizado na simbologia correta, porque também é usado em referência as crenças comuns que não tem fundamento objetivo ou científico. Porem, acontecimentos históricos podem se transformar em mitos, se tiver uma simbologia muito importante para uma determinada cultura. Os mitos têm caráter simbólico ou explicativo, são relacionados com alguma data ou uma religião, procuram explicar a origem do homem por meio de personagens sobrenaturais, explicando a realidade através de suas historias sagradas. Um mito não é um conto de fadas ou uma lenda.
mitologia é o estudo do mito, das suas origens e significados. Alguns dos mitos mais conhecidos fazem parte da mitologia grega, que exprime a maneira de pensar, conhecer e falar da cultura grega. Fazem parte da mitologia grega os deuses do Olimpo, os Titãs, e outras figuras mitológicas como minotauros e centauros.
Um mito é diferente de lenda, porque uma lenda pode ser uma pessoa real que concretizou feitos fantásticos, como Pelé, Frank Sinatra, etc. Um mito é um personagem criado, como Zeus, Hércules, Hidra de Lerna, Fênix, etc.

CAPSULAS DE FILOSOFIA - 03

Significado de Filósofo

O que é um Filósofo:
Filósofo é a pessoa responsável por estudar a natureza de todas as coisas existentes e as relações que possam existir entre estas coisas. Noções de valores, sentidos, fatos, além da conduta e destino do homem também são temas estudados por este profissional.
Ele é o profissional que tem como ocupação principal se dedicar aos estudos da Filosofia e considera a área um dos princípios do conhecimento, seja para o saber, seja para conduzir a vida.
O filósofo investiga os princípios, fundamentos, essências da realidade circundante seja em uma perspectiva inerente à natureza, seja por levantar causas e explicações transcendentes, transcendentais ou metafísicas.
O termo também se refere à pessoa que, partindo deste conceito de conhecimento, opta por levar uma vida tranquila, tendo sua vida regida sob à luz de princípios obtidos do pensamento racional.
Neste sentido, o filósofo consegue ter um pensamento bastante racional sobretudo no que se refere à manutenção da tranquilidade e da sensatez para tomar decisões importantes.
O filósofo é movido pela consciência lúcida que a busca pelo conhecimento é uma característica da condição humana de adquirir sabedoria. Este princípio remonta ao que diz o filósofo grego Pitágoras, que é citado como o inventor do termo “filósofo”.
Desta forma, é comum que o filósofo tenha uma grande aptidão pela leitura, pesquisa e escrita, além de ter um raciocínio abstrato e um espírito investigativo e interpretativo.
Além disso, por ele ter esta característica de ser um estudioso, sua profissão está sempre relacionada com a área do ensino e da educação de maneira geral.