sábado, 8 de agosto de 2020
sexta-feira, 7 de agosto de 2020
quinta-feira, 30 de julho de 2020
quarta-feira, 29 de julho de 2020
sexta-feira, 17 de julho de 2020
quarta-feira, 15 de julho de 2020
ENTRE AVANÇOS E RETROCESSOS O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE COMPLETOU 30 ANOS DE HISTÓRIA
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou 30 anos neste 13
de julho. A Lei nº 8.069 foi assinada em 1990 e estabeleceu direitos e deveres
para meninos e meninas com menos de 18 anos.
Nesses 30 anos, o ECA introduziu importantes
avanços, como a ampliação do acesso de crianças e adolescentes às escolas
públicas; a criação dos Conselhos Tutelares e das Varas da Infância e
Juventude; a diminuição da mortalidade infantil; o reordenamento dos abrigos e
das unidades de internação; a instituição de programas e serviços de
enfrentamento aos maus-tratos, abusos, exploração sexual e ao trabalho
infantil. Estabeleceu também obrigações e responsabilizações aos familiares, à
sociedade em geral e aos Poderes Públicos, visando à proteção integral e
especial infanto-juvenil.
Entretanto, é obvio que parte significativa do
ECA ainda não foi implementada e, muitas vezes, a lei acaba sendo tratada
apenas como uma “carta de intenções”. Exemplo disso é o disposto no artigo 4º
do Estatuto, quanto à destinação privilegiada de recursos públicos para os
programas e serviços de proteção de crianças e adolescentes, que é descumprido
reiteradamente pelas Prefeituras e pelos Governos estaduais e federal, fazendo
do Brasil um dos Países mais perigosos do Mundo para crianças e adolescentes.
Frente a este cenário, após 30 anos de vigência
do Estatuto da Criança e do Adolescente, podemos concluir que o Brasil tem uma
das legislações mais avançadas do Mundo para promover, defender e proteger os
direitos de crianças e adolescentes, mas, ao mesmo tempo, é um dos Países onde
mais as crianças e adolescentes estão expostos à violência e às violações de
seus direitos fundamentais.
Isso posto, precisamos estarmos vigilantes para
que os poucos avanços obtidos nestes 30 anos não venham rapidamente ruir!
quinta-feira, 2 de julho de 2020
sexta-feira, 26 de junho de 2020
sábado, 13 de junho de 2020
CONTO E POESIA EM TEMPOS DE PANDEMIA
Observando os discursos e as atitudes
através dos noticiários veiculados pelas mídias do nosso des - presidente do Brasil, que está desgovernando nosso
país, por meio de
atitudes deprimentes, irresponsáveis e criminosas, ao desdenhar da ciência e da OMS, incitando o povo a entrar na fila do
matadouro. Ignorem-no!
A história nos mostra o perigo de uma
PANDEMIA, vide, as consequências da pandemia que teve início em 1918, a do vírus influenza, chamada
erroneamente de “gripe espanhola”, infectou mais de 500 milhões de
pessoas e matou mais de 50 milhões de seres humanos, um quarto da população
mundial à época, há 102 anos, entre 1918 e 1920. O ex-presidente do Brasil, Rodrigues Alves,
morreu, vítima desta pandemia, inclusive.
Diante do exposto, lembrei-me de um
conto lido na adolescência, A Roupa Nova do Rei, que versa sobre um rei ensimesmado e
narcísico.
Era uma vez um Rei tão vaidoso de
sua pessoa que só faltava pisar por cima do povo. Certa vez, procuram-no uns
homens que diziam ser tecelões maravilhosos e que fariam uma roupa encantada, a
mais bonita e rara do mundo, mas com uma característica singular, uma vez que
apenas os olhos daqueles que fossem filhos legítimos, apenas estes felizardos,
estariam aptos a enxergar tão exótica e única indumentária.
O Rei achou muita graça na proposta e
encomendou o traje, dando muito dinheiro para sua feitura. Os homens
trabalharam dia e noite num tear mágico, cozendo com linha invisível, um pano
que ninguém via.
O Rei mandava sempre ministros visitarem
a oficina e eles voltavam deslumbrados, elogiando a roupa e a perícia dos
alfaiates. Finalmente, depois de muito dinheiro gasto, o rei recebeu a tal
roupa e marcou uma festa pública para ter o gosto de mostrá-la ao povo.
Os alfaiates compareceram ao palácio,
vestindo o Rei de ceroulas, e cobriram-no com as peças do tal traje encantado,
ricamente bordado, mas invisível aos olhos dos filhos bastardos.
O povo esperou lá fora pela
presença do Rei e quando este apareceu todos aplaudiram com muito entusiasmo.
Os alfaiates, aproveitando a festa, desapareceram no meio do mundo.
O Rei seguiu com o cortejo. Mas,
atravessando uma das ruas pobres da cidade, do meio da multidão, um menino
gritou:
"O Rei está de ceroulas!"
Todo mundo ali presente reparou e viu
que realmente o rei estava apenas de ceroulas. Uma grande e estrondosa vaia foi
o que se ouviu. O Rei correu para o palácio morto de vergonha. Desse dia em
diante corrigiu-se do seu orgulho. E enquanto durou seu reino foi um Rei justo
e simples para o seu povo.
Conto da idade média compilado
pela primeira vez na Espanha por Dom Juan Manuel, século XV, em um livro
intitulado "Libro de Patronio ou do Conde Lucanor"
Des-presidente,
grandes empresários, banqueiros, investidores e capitalistas em
geral, tal como no
conto A
Roupa Nova do Rei estão nus e desesperados
com a proposta de Isolamento Social – quarentena, diante desta EPIDEMIA causada
pelo COVID-19. PORQUÊ???
Não
caiam nesta armadilha! Eles dizem que o coronavírus é
uma “gripezinha”,
porque querem continuar lucrando e acumulando capital. Eles sabem muito bem que
o coronavírus já
matou em todo o mundo milhões de pessoas e matará muito mais,
provavelmente.
Portanto, quem está dizendo que o povo não precisa ficar em
quarentena, que não deve se precaver, está maquinando a morte de milhares de
seres humanos.
Se a quarentena for
levada a sério, a pandemia do coronavírus nos trará
dores de parto e não grunhido de morte.
E por falar em poesia,
encerro com Thiago de Mello: “Faz escuro mas eu canto, / porque a manhã
vai chegar. / Vem ver comigo, companheiro/a, / a cor do mundo mudar. / Vale a
pena não dormir para esperar / a cor do mundo mudar. / Já é madrugada, / vem o
sol, quero alegria, / que é para esquecer o que eu sofria. / Quem sofre fica
acordado / defendendo o coração. / Vamos juntos, multidão, / trabalhar pela
alegria, / amanhã é um novo dia”. Sim, é noite escura, mas no meio de noite
escura pode brilhar uma luz que nos humaniza e poderá impedir o extermínio da
humanidade do Planeta Terra, nossa única Casa Comum. “Fique em casa”,
é medida necessária para salvar vidas!!!
Srasmsc - JUNHO/2020
quinta-feira, 11 de junho de 2020
ESPERANÇA EM TEMPOS DE PANDEMIA
Nenhuma dor é imaginável até ser, de fato,
sentida.
Centenas de famílias já a conhecem, com
propriedade, uma angústia que tem afetado muitos brasileiros e o mundo todo – a
das mortes causadas pelo covid-19, que se espalha rapidamente, invisível e
letal.
O vírus é real, tá aí, tirando vidas, todo dia
ele tem tirado pessoas, o amor da vida de alguém, de maneira sangrenta. Dói,
dói muito.
Ninguém tá preparado pra uma dor dessa. Mas ele
está a nossa porta.
Se o luto já pesa em qualquer circunstância, em
tempos de pandemia é preciso, muitas vezes, carregá-lo sozinho: sem um abraço,
um olho a olho. A gente não se despede, não pode velar, rezar. Recebe a notícia
e tem que enterrar. Parece que você não encerra um ciclo, não tem tempo de
entender, processar.
A lacuna que a não-despedida deixa preenche,
agora, os dias de inúmeras famílias.
Quando a gente deixa de ver só número na
televisão e passa a ser estatística, ficamos chateado com pessoas que não têm
sensibilidade, que dizem que isolamento é uma besteira e que o comércio tem que
voltar.
Este é um momento de conscientização do consumo, e
atitudes corretas agora são imprescindíveis para o controle desta pandemia que está
acontecendo severamente.
Temos a convicção e a certeza de que se pensarmos
coletivamente, esse momento difícil passará mais rápido para estarmos juntos
novamente.
Vamos respirar fundo,
aproveitar este momento para repensar nossas relações. Nossas relações com o
outro e com nós mesmos.
Trabalhem, quando possível,
leiam, assistam filmes, desenhem, reflitam, escrevam, cozinhem, durmam, toquem
música, cantem, dancem na sala, cuidem das plantas, liguem para os amigos e
amigas, façam ginástica, brinquem com as crianças, mas fiquem em casa.
Amigos e Amigas, diante desta situação sem
precedentes. Vamos cuidar uns dos outros e de nós mesmos. Fique em casa.
Vamos juntos superar esse
momento e temos certeza que aprenderemos muito.
quinta-feira, 4 de junho de 2020
CIÊNCIA POLÍTICA EM TEMPOS DE PANDEMIA
A ciência política
inclui todo o estudo que pode ser relacionado aos fatos que são ligados ao
funcionamento de uma sociedade, como:
- forma de
organização da sociedade;
- os diferentes
sistemas de governos que existem,
- sistemas de
administração de uma sociedade;
- os fenômenos
sociais;
- comportamentos e
relacionamentos políticos; e
- sistemas de
governo de uma sociedade.
A IMPORTÂNCIA
DA POLÍTICA
Uma das funções
principais da política é chegar a acordos que garantam benefícios para todos os
cidadãos. Assim, pode-se dizer que a política é um instrumento para chegar a
uma organização social satisfatória, para que a sociedade funcione de maneira
organizada e justa.
A política também
pode ser definida como o relacionamento entre o governo e os cidadãos. Dessa
forma, a política também existe para que os interesses da população sejam
levados até os governantes, que são responsáveis por tomar as decisões que vão
influenciar na vida das pessoas e na organização da sociedade.
A prática da
política pelos governantes pode acontecer de várias formas. Veja alguns
exemplos:
- quando um
governante toma uma decisão sobre como será aplicado o dinheiro dos impostos
pagos pela população;
- quando são
decididas quais políticas públicas serão criadas; e
- quando são criadas
e votadas novas leis.
O EXERCÍCIO DA POLÍTICA COMO UM ATO DE CIDÂDANIA
A política deve
acontecer por parte das pessoas que formam a sociedade e que não ocupam cargos
políticos.
É obrigação
dos cidadãos obedecer às leis que existem e cumprir as regras que são
determinadas nessas leis, quando justas. Essas obrigações também são uma forma
de fazer política.
Os cidadãos devem
participar da vida política fazendo reivindicações, manifestando a sua vontade
para os governantes. Quando os eleitores reivendicam seus direitos e quando
discordam de alguma decisão do governo, manifestando sua opinião contrária ou
sua discordância. Essa também é uma prática política.
ORIGEM DA PALAVRA POLÍTICA
A palavra
política tem origem no termo grego politiké, que
é a união de outras duas palavras gregas: polis e tikós. Polis significa
cidade e tikós é um termo que significa o bem comum dos
cidadãos.
Assim, politiké era
um termo grego que significava governo da cidade para o bem comum de todos os
cidadãos.
SURGIMENTO DA POLÍTICA
O surgimento
da política aconteceu na Grécia Antiga, depois da formação das cidades gregas,
que eram chamadas de cidade-Estado. Foi a partir da necessidade de criar um
sistema de organização do funcionamento das cidades-Estado que surgiu a forma
de governo parecida com o que hoje se conhece como política.
A
necessidade de organizar o funcionamento das cidades-Estado aconteceu depois
que surgiram classes sociais populares que também desejavam participar das
decisões relativas à cidade. Foi a partir desse momento que, em Atenas, surgiu
a forma de governo que foi chamada de democracia ateniense.
Esse é o primeiro registro histórico da política e da democracia.
Foi um político grego chamado Clístenes que
iniciou a organização da democracia ateniense. Na democracia grega era
permitido que os cidadãos homens, depois de completarem 18 anos, participassem
das assembleias de decisão nas cidades-Estado.
Foi nesse
modelo político da Grécia que surgiram alguns conceitos que ainda hoje fazem
parte da política. Por exemplo:
- a igualdade de todas pessoas diante da lei,
tanto para direitos como para obrigações;
- o direito ao voto;
- direito de participação nas assembleias e nas
decisões; e
- reformas sociais que beneficiassem os
cidadãos.
ARISTÓTELES E A POLÍTICA
Aristóteles
foi um filósofo grego que deu uma grande contribuição para o entendimento e
estudo da política. Ele estudou na Academia de Platão em Atenas e se tornou um
dos filósofos mais conhecidos e estudados do mundo. Anos mais tarde Aristóteles
fundou sua própria escola de filosofia, o Liceu.
Escola de Atenas, Platão e Aristóteles no
centro da pintura - Rafael Sanzio (1509-1511)
As contribuições de Aristóteles para o estudo
da política são muitas, já que essa foi uma das suas principais áreas de
estudo. Muitas das ideias de Aristóteles sobre política podem ser encontradas
no livro "A política".
As formas de governo, as questões sobre
justiça, sobre a formação e o funcionamento do Estado foram estudadas por ele.
Para Aristóteles a função da política é atingir
os objetivos que sejam bons para os interesses dos cidadãos e do Estado. Para
ele o centro do estudo sobre política é a coletividade
e o interesse de todos.
Também foi Aristóteles que criou a
classificação das formas de governo em: República,
Monarquia e Aristocracia. A República seria o governo para
todos os cidadãos, a Aristocracia para poucos (que deviam ser escolhidos pelo
seu mérito) e a Monarquia era o governo único, de um rei.
CONTRIBUIÇÕES DO PENSAMENTO POLÍTICO DE
ARISTOTELES:
- o homem é um “animal político” porque
tem a capacidade de aprender, pensar, falar e de se relacionar e conviver em
sociedade;
- o Estado é mais importante do que as pessoas,
no sentido de que o todo (sociedade) deve ser mais importante do que as partes
que o formam;
- o objetivo da política e do Estado é a
formação da consciência ética e moral das pessoas como partes de uma sociedade;
e
- o bem de todos deve ser mais importante que o
bem de cada pessoa.
O EXERCÍCIO DA POLÍTICA PELOS
CIDADÃOS, CONDUZ AO DESENVOLVIMENTO E A JUSTIÇA SOCIAL !!!
Srasmsc/Toda Política
Junho/2020
SIGNIFICADO DA PALAVRA FILOSOFIA?
FILOSOFIA → do GREGO → FILO (PHILIA) = Amizade, Amor Fraterno / SOFIA (SOPHIA)
= Sabedoria'. Philia (em grego: φιλíα; transl.: philia, filia)
retirado do tratado de Ética a Nicômaco de Aristóteles, o termo é traduzido
geralmente como "amizade", e às vezes também como
"amor". Sophia: Significa “sabedoria” e 'sabedoria divina'.
Sophia tem origem no grego sophia, que quer dizer literalmente
“sabedoria”
Podemos criativamente compreender FILOSOFIA como amor e/ou
amizade pela sabedoria/conhecimento.
FILÓSOFO é aquele que tem amor e/ou amizade pela
sabedoria/conhecimento. Aquele que busca a sabedoria/conhecimento. Ainda que
sabedoria e conhecimento sejam coisas distintas, o filósofo deve ter como objetivo
a conquista de ambas pois o conhecimento é que permitirá a sabedoria.
Entre os antigos, a filosofia é uma ciência, a do
conhecimento racional, tornou-se entre os modernos sinônimo de
questionamento sobre a natureza do homem e seu significado.
NOTÍCIAS DA EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE PANDEMIA
MEC PERMITE
INCLUIR ATIVIDADES A DISTÂNCIA NO CALENDÁRIO DO ANO LETIVO
O Ministério da
Educação (MEC) homologou parcialmente as diretrizes definidas pelo Conselho
Nacional de Educação (CNE) para orientar escolas e instituições de ensino
durante e após a pandemia do novo coronavírus. O parecer, permite que
atividades não presenciais sejam contadas no calendário do ano letivo, para
cumprir a carga horária mínima obrigatória. Isso vale para todas as etapas de
ensino, desde a educação infantil.
As aulas
presenciais nas escolas e universidades em todo País estão suspensas, para evitar
a transmissão do vírus causador da covid-19.
As decisões
finais sobre como ficará o calendário escolar deste ano caberão a estados,
municípios, às instituições de ensino superior e às escolas privadas.
O parecer do MEC
sugere que as redes de ensino busquem alternativas para minimizar a necessidade
de reposição presencial de dias letivos, a fim de permitir que seja mantido um
fluxo de atividades escolares aos estudantes enquanto durar a situação de
emergência. Para repor a carga horária ao fim do período de emergência, a
diretriz indica o uso de períodos não previstos, como recesso escolar do meio
do ano, de sábados, e a reprogramação de períodos de férias. A ampliação da
jornada escolar diária por meio de acréscimo de horas em um turno ou a adoção
do contraturno para atividades escolares também são alternativas a se
considerar.
Além disso, o
texto autoriza os sistemas de ensino a computar atividades não presenciais.
Tais atividades podem ser ofertadas por meio digitais, por meio de videoaulas,
de conteúdos organizados em plataformas virtuais de ensino e aprendizagem e
pelas redes sociais. Podem ainda ser oferecidas por meio de programas de
televisão ou rádio; pela adoção de material didático impresso e distribuído aos
alunos e seus pais ou responsáveis; e pela orientação de leituras, projetos,
pesquisas, atividades e exercícios indicados por profissionais do setor.
Srasmsc
maio - 2020
terça-feira, 2 de junho de 2020
domingo, 31 de maio de 2020
PANDEMIA E PÓS – PANDEMIA: DESAFIOS A EDUCAÇÃO
PANDEMIA E PÓS – PANDEMIA: DESAFIOS A
EDUCAÇÃO
A pandemia provocada pelo novo coronavirus – Covid-19 – que
assola o mundo e impõe o isolamento social generalizado, fechando as pessoas em
suas casas, está mantendo metade dos estudantes de todo o mundo longe das salas
de aulas, em ambos hemisférios do globo terrestre.
A
pandemia da Covid-19 vem trazendo imensos desafios para todos os setores, no
Brasil e no mundo. Na tentativa de reduzir a ampla disseminação do novo
Coronavírus, medidas de distanciamento social têm sido adotadas pelos países, e
ainda não se sabe exatamente quando deixarão de ser necessárias.
Na
Educação, tais medidas significam, em linha geral, o fechamento de escolas
públicas e particulares, com interrupção de aulas presenciais.
Nesse
quesito, o Brasil tem seguido a tendência mundial. Em todo o território
nacional, redes públicas e privadas interromperam o funcionamento das escolas.
Por ora, as
redes federais, estaduais, municipais e privada têm avançado nesse sentido, e o
caminho tem sido viabilizado, principalmente, por meio da disponibilização de
plataformas online, aulas ao vivo em redes sociais e envio de materiais
digitais aos alunos, como mostra recente levantamento realizado.
Diante
desse contexto, o presente esforço busca recorrer aos dados e evidências
existentes para iluminar os desafios e limitações do ensino remoto e, também,
as estratégias que são mais adequadas ao se optar por lançar mão dessa
alternativa.
Frente ao
atual momento, soluções de ensino remoto podem contribuir e devem ser
implementadas. Mas, considerando seu efeito limitado, é preciso cuidadosa normatização
e, desde já, atenção ao planejamento de volta às aulas.
Estratégias
de ensino a distância deverão cumprir papel importante para a redução dos
efeitos negativos do distanciamento temporário, mas as evidências indicam que
lacunas de diversas naturezas serão criadas. Com isso, normatizações sobre sua
equivalência para fins de cumprimento do ano letivo precisam ser objeto de
atenção e, desde já, precisamos começar a planejar um conjunto robusto de ações
para o retorno às aulas.
Uma
estratégia consistente para o ensino remoto é aquela que busca mitigar as
condições heterogêneas de acesso e os diferentes efeitos de soluções a
distância em função do desempenho prévio dos estudantes.
Para
enfrentar o risco da ampliação de desigualdades, ao lançar mão de estratégias
de ensino a distância, é preciso entender que a disposição de recursos
tecnológicos é heterogênea entre os alunos e que aqueles que já têm desempenho
acadêmico melhor tendem a se beneficiar mais das soluções tecnológicas.
O ensino
remoto não deve se resumir a plataformas de aulas online, apenas com vídeos,
apresentações e materiais de leitura. É possível (e fundamental!) diversificar
as experiências de aprendizagem, que podem, inclusive, apoiar na criação de uma
rotina positiva que oferece a crianças e jovens alguma estabilidade frente ao
cenário de muitas mudanças. Envolvimento das famílias também é chave, já que
poderão ser importantes aliados agora e no pós-crise.
Dessa
forma, é preciso ter expectativas realistas quanto às diversas soluções
existentes, sabendo que elas são importantes alternativas no atual momento, mas
não suprirão todas as necessidades esperadas e previstas nos currículos.
Em suma,
um alerta importante no que tange à priorização dos esforços por nossa parte
nas próximas semanas e meses: por mais que a adoção do ensino remoto possa
contribuir para reduzir o impacto do fechamento de escolas na formação dos
alunos, é fundamental que as escolas e redes de ensino não demorem a planejar
estratégias eficazes para lidar com a volta às aulas.
Em outras
palavras, uma resposta em escala e à altura dos desafios que surgirão só poderá
ser dada com um robusto conjunto de ações pós-período de fechamento das
escolas. Conforme experiências de outrora vivenciadas por outros paises, precisaremos de novas estratégias para contemplar
novas e excepcionais demandas, como o acolhimento emocional dos alunos e
profissionais da Educação, a comunicação reforçada com suas famílias e
sociedade e um acompanhamento mais próximo dos estudantes com maior propensão
ao abandono ou evasão, avaliações diagnósticas acompanhadas de amplos programas
de recuperação escolar e ações de formação e apoio aos professores em múltiplas
dimensões.
Considerando
as disparidades no acesso à internet e aos equipamentos tecnológicos e as
diferenças já existentes nos níveis de aprendizado dos alunos, nossas
estratégias devem lançar mão de ações que intencionalmente busquem reduzir, ao
máximo, o risco de ampliação das desigualdades educacionais. Os alunos de nível
socioeconômico mais baixo, que já deveriam receber maior foco da política
educacional em situações normais, devem ganhar atenção ainda mais especial
neste momento de crise.
Portanto,
ainda que as atividades escolares estejam sendo transpostas para dentro dos
domicílios, os professores seguem sendo essenciais para o processo de
ensino-aprendizagem. No caso do uso de tecnologias educacionais, por exemplo,
as evidências são claras em apontar que os docentes possuem papel fundamental
para que essas soluções tenham resultado positivo no desempenho acadêmico dos
estudantes e diante de um cenário com características inéditas, os professores
seguem sendo o ativo mais importante para enfrentarmos os desafios educacionais
que se apresentam agora e que, muito provavelmente, só aumentarão no futuro
breve – pós pandemia...
Srasmsc
MAIO 2020
sábado, 30 de maio de 2020
sexta-feira, 29 de maio de 2020
CAPSULAS DE FILOSOFIA - 12
Mitologia celta
A mitologia celta é o resultado da mistura de várias civilizações. Os celtas eram povos bárbaros que se espalharam por quase toda a Europa e foram raiz de muitas culturas. Os celtas eram formados por diversas tribos rivais, lideradas por um chefe guerreiro e, cada tribo cultuava suas diferentes divindades.
Os celtas não chegaram a constituir um império com unidade política, mas a unidade cultural era assegurada pelos sacerdotes, chamados druidas, que cuidavam da manutenção das normas. Eram também responsáveis pela prática das magias e rituais religiosos. Para adorar seus deuses, os celtas, inicialmente construíam seus altares ao ar livre, em meio a bosques, onde realizavam seus rituais.
A mitologia celta está dividida em três grupos: a mitologia irlandesa, a britânica e a continental. Entre os principais deuses cultuados pelos celtas estão: Sucellus, o rei dos deuses, que representava a fertilidade; Dagda, deus da magia e da sabedoria; Taranis, deus do trovão que surgia no céu em uma carruagem; Lugh, deus do sol e da luz; Tailtiu e Macha, deusas da natureza; Cernunnos, deus dos animais, com olhos e chifres de cervo, podendo tomar a forma de vários animais; Morrigan, deusa da guerra; Dea Matrona, era a deusa mãe, representada por três mulheres; Epona, deusa dos cavalos. Cuchulain, era filho de Lugh, o herói guerreiro que matava seus inimigos com uma lança cheia de espinhos.
CAPSULAS DE FILOSOFIA - 11
Mitologia nórdica
A mitologia nórdica teve sua origem através das sagas, contos que louvavam os heróis. Surgiram por volta do século X, na Islândia, onde as principais famílias islandesas, desejosas de imortalidade, encarregavam os sgnamenn, homens de extraordinária memória e talento narrativo, de contar os feitos de suas origens. Os reis noruegueses adotaram o mesmo feito. A essas histórias acresciam-se elementos fantásticos e míticos, e os heróis misturavam-se com os deuses.
Os povos nórdicos eram os habitantes dos países hoje conhecidos como Suécia, Noruega, Dinamarca e Islândia. Para esses povos, o centro do mundo era Midgard, o lar dos homens. A casa dos deuses era Asgard, e em torno das duas moradas estava o mar, a terra de gigantes e a grande serpente. Odin, governava os deuses e os homens e conhecia todo o passado, presente e futuro. Seu filho Thor comandava o trovão, que era criado a golpes de martelo. Loki, deus do fogo, era o conselheiro e inimigo dos trapaceiros.
Em Asgard ficava o Valhala, paraíso, onde as valquírias, mulheres guerreiras, levavam os heróis mortos em combate. Ali viveriam eternamente jovens, em lutas caçadas e banquetes, à espera da ressurreição do mundo. Teriam que enfrentar os gigantes, os monstros, a serpente e o filho de Loki. Os heróis seriam vencidos e a terra ficaria toda escura e fria, até a vida recomeçar. Quem não morresse em combate, iria para o reino de Hell, eternamente gelado e em trevas.
CAPSULAS DE FILOSOFIA - 10
Mitologia egípcia
A mitologia egípcia é o conjunto de fábulas que reuniu uma considerável variedade de deuses, imersos na força da religião, que servia para justificar teoricamente a organização geral da sociedade, que vivia em função dos deuses, seguindo os princípios por eles estabelecidos.
Centenas de deuses protegiam a agricultura, outros a linguagem, o ensino e a literatura. Cada cidade ou distrito tinha seus próprios deuses. Osíris era o deus da morte, pois os egípcios acreditavam que o homem ao morrer, passavam a viver de outro modo, no mundo dos mortos, daí a prática de se mumificar os mais ilustres mortos. Amon, ou Amon-Ra, era o deus do sol, elevado a deus nacional na XI dinastia. Foi a maior divindade egípcia. Isis era a deusa do amor e da magia, era filha de Geb, deus da terra e de Nut deusa do firmamento.
Por motivos políticos, para que um deus simbolizasse um monarca, aproximavam-se do monoteísmo. Na verdade dizia-se apenas que uns poucos deuses eram mais importantes. O faraó Amemofis IV, abandonou o politeísmo e impos o culto excessivo ao deus Atom, o próprio Sol, e nomeou-se o representante de Aton na terra. No reinado de Ptolomeu, Serápis era o deus oficial, que resultou da fusão dos deuses Osíris e Ápis.
CAPSULAS DE FILOSOFIA - 09
Mitologia romana
A mitologia romana é a história de vários deuses e heróis, que foram admirados durante o Império Romano, oriundos de divindades etruscas, celtas, egípcias, itálicas e principalmente gregas, quando a Grécia passou a fazer parte do Império Romano.
Nos primórdios do Império, os deuses existiam apenas para servir ao homem e como o povo era normalmente camponês, os romanos cultuavam os patronos dos rebanhos e dos campos. Ofereciam-lhes animais, vinho e incenso antes das colheitas e os deuses eram invocadas para proteger os trabalhos do campo.
Entre os deuses conquistados por Roma, os gregos foram os mais importantes, e ao serem incorporados na Assembléia Divina de Roma, fizeram os romanos reformularem sua concepção das forças sobrenaturais. Eles perderam seu aspecto utilitário e assumiram características humanas. Alguns deuses desapareceram e outros mudaram de nome e receberam várias atribuições. Assim, Júpiter (era o deus supremo, o deus da cidade, do raio e do trovão); Vênus (deusa da beleza e do amor); Minerva (a sabedoria); Diana (deusa da lua e da caça); Baco (deus do vinho e dos bacanais); Ceres (a terra fértil); Apolo (o sol); Mercúrio (o vento); Netuno (os mares) etc.
Hércules, que na mitologia grega era chamado de Héracles, passou a ter maior importância no Império Romano. Famoso por sua força, enfrentou difíceis tarefas para matar monstros e animais ferozes.
CAPSULAS DE FILOSOFIA - 08
Mitologia grega
Mitologia grega é a história dos inúmeros deuses imortais, criaturas semidivinas e musas, criadas na Grécia antiga, e que atravessaram os séculos. A mitologia grega surgiu como tentativa para as explicações dos fenômenos naturais, ou como garantia de vitória nas guerras, de boa colheita, de sorte no amor etc. As divindades gregas eram dispostas numa hierarquia e seus deuses eram muito semelhantes ao homem. As atitudes de ciúme, inveja, despeito e amor, eram comuns, pois os deuses do Olimpo comportavam-se como criaturas humanas. Só que eram dotados de maiores poderes, de mais beleza e perfeição e imunes ao tempo.
Zeus era o senhor dos homens e supremo mandatário dos deuses que habitavam o monte Olimpo. Para obter as boas graças, os gregos homenageavam as poderosas criaturas com ritos, festas e oferendas. Cada entidade representava forças da natureza ou sentimentos humanos: Afrodite representava (a beleza e o amor); Atena (a sabedoria); Artêmis (a lua); Dionísio (a festa, o vinho e o prazer); Deméter (a terra fértil); Febo (o sol); Hermes (o vento); Posseidon (os mares) etc.
Os principais heróis gregos, quase deuses, eram capazes de vencer monstros, combater inimigos e realizar feitos impossíveis aos mortais. Entre eles estão: Perseu (matou a Medusa, terrível criatura com cabeleira formada por serpentes, cujos olhos transformavam em estátuas de pedra todos aqueles que a encarassem); Teseu (participou da viagem dos argonautas e matou o Minotauro); Héracles (Hércules, para os romanos), (filho de Zeus e Alcmena, tinha como principal qualidade a força física); Agamenon (foi o comandante da Guerra de Troia); Aquiles (participou do cerco a cidade de Troia); Édipo (decifrou o enígma da esfinge); Atlanta (heroína que participou da caça ao javali de Caridon).
CAPSULAS DE FILOSOFIA - 07
Significado de Mitologia
O que é Mitologia:
Mitologia é a história de personagens sobrenaturais, cercados de simbologia e venerados sob a forma de deuses, semideuses e heróis, que regiam as forças da natureza, comandavam raios, ventos, rios, céus e terras, sol e lua. É o conjunto de fábulas que explicam a origem dos mitos, das divindades mitológicas, que tinham nas mãos o destino dos homens e regiam o mundo.
Mito, do grego, significa narrar, contar. No sentido figurado significa coisa inacreditável. Mito significa também personagem divinizado. Logia, do grego lógos, significa estudo, palavra, ciência.
Mitologia é o estudo das lendas, mitos, narrativas e rituais, com que os povos antigos revenciavam os deuses e heróis. Mitologia é a ciência que procura a explicação dos mitos, que têm um caráter social desde sua origem, e só são compreensíveis dentro do contexto geral da cultura em que foram criados.
Significado filosófico de mitologia
As culturas antigas, na tentativa de enfrentar os problemas relacionados à existência da vida e de entender o mundo, encontraram um meio de se defender dos perigos reais e imaginários, criando seus deuses, semideuses e heróis, envolvidos em histórias de magia e rituais fabulosos, diante das forças misteriosas que acreditavam tudo governava.
Os atos mágicos significavam um esforço do homem em entender e resolver seus problemas, que eram enormes diante do seu desconhecimento do mundo.
CAPSULAS DE FILOSOFIA - 06
MITO DE NARCISO
Na mitologia grega, um dos mais famosos mitos é o de Narciso, um jovem tão bonito que despertou o amor de Eco, uma bela ninfa. Narciso rejeitou esse amor, fazendo que a ninfa ficasse destruída com a rejeição. Como castigo, a deusa Nêmesis fez com que ele se apaixonasse pelo próprio reflexo no rio, de tal forma que Narciso morreu afogado.
CAPSULAS DE FILOSOFIA - 05
Mito da Caverna
O mito da caverna possui vários outros nomes, como "alegoria da caverna", "prisioneiros da caverna" ou "parábola da caverna". Essa alegoria faz parte da obra "A República", da autoria do filósofo grego Platão.
Nesta narração, Platão nos convida a imaginar uma caverna onde dentro existem humanos que nasceram e cresceram dentro dessa mesma caverna. Eles nunca saíram, porque se encontram presos no seu interior. Os habitantes da caverna estão de costas voltadas para a sua entrada. Fora da caverna, existe um muro alto que separa o mundo exterior da caverna. Os homens existentes no mundo exterior mantêm uma fogueira acesa, e os ruídos que fazem podem ser ouvidos dentro da caverna. De igual forma, as suas sombras são refletidas na parede no fundo da caverna, e os seres humanos acorrentados, vêm as sombras e pensam que elas são a realidade.
Em seguida, Platão pede que imaginemos que um dos seres humanos acorrentados consegue fugir da caverna, subir o alto muro e passar para o outro lado, descobrindo que as sombras que antes via, vinham de homens como ele. Além disso, descobriu também a natureza que existia do outro lado do muro. Platão discursa então sobre o que esse homem fará com essa nova realidade e o que poderá acontecer se ele resolver voltar para a caverna, contando aos outros que a vida que estão vivendo é na realidade um engano. Poderá acontecer que os outros homens o ignorem completamente, ou no pior dos casos, que o matem, por considerarem que ele é um louco ou mentiroso.
Através desta alegoria, Platão nos remete para a situação que muitos seres humanos vivem, num mundo de ilusão, e presos por crenças errôneas, preconceitos, ideias falsas, e por isso vivem em um mundo com poucas possibilidades, assim como os homens na caverna.
Platão usou essa narrativa para explicar como o ser humano pode obter libertação da escuridão com a ajuda da luz da verdade, falando também da teoria do conhecimento, do conceito de linguagem e educação como alicerces de um Estado Ideal. Contudo, é importante perceber que indíviduos que procuram espalhar a luz e a verdade - como o homem que regressara à caverna - são muitas vezes mortos. Esse foi o caso de Sócrates, que foi condenado à morte, depois de ter sido acusado de corromper a mente dos jovens.
CAPSULAS DE FILOSOFIA - 04
Significado de Mito
O que é Mito:
Mito são narrativas utilizadas pelos povos gregos antigos para explicar fatos da realidade e fenômenos da natureza, as origens do mundo e do homem, que não eram compreendidos por eles. Os mitos se utilizam de muita simbologia, personagens sobrenaturais, deuses e heróis. Todos estes componentes são misturados a fatos reais, características humanas e pessoas que realmente existiram.
Um dos objetivos do mito era transmitir conhecimento e explicar fatos que a ciência ainda não havia explicado, através de rituais em cerimônias, danças, sacrifícios e orações. Um mito também pode ter a função de manifestar alguma coisa de forma forte ou de explicar os temas desconhecidos e tornar o mundo conhecido ao Homem.
Mito nem sempre é utilizado na simbologia correta, porque também é usado em referência as crenças comuns que não tem fundamento objetivo ou científico. Porem, acontecimentos históricos podem se transformar em mitos, se tiver uma simbologia muito importante para uma determinada cultura. Os mitos têm caráter simbólico ou explicativo, são relacionados com alguma data ou uma religião, procuram explicar a origem do homem por meio de personagens sobrenaturais, explicando a realidade através de suas historias sagradas. Um mito não é um conto de fadas ou uma lenda.
A mitologia é o estudo do mito, das suas origens e significados. Alguns dos mitos mais conhecidos fazem parte da mitologia grega, que exprime a maneira de pensar, conhecer e falar da cultura grega. Fazem parte da mitologia grega os deuses do Olimpo, os Titãs, e outras figuras mitológicas como minotauros e centauros.
Um mito é diferente de lenda, porque uma lenda pode ser uma pessoa real que concretizou feitos fantásticos, como Pelé, Frank Sinatra, etc. Um mito é um personagem criado, como Zeus, Hércules, Hidra de Lerna, Fênix, etc.
CAPSULAS DE FILOSOFIA - 03
Significado de Filósofo
O que é um Filósofo:
Filósofo é a pessoa responsável por estudar a natureza de todas as coisas existentes e as relações que possam existir entre estas coisas. Noções de valores, sentidos, fatos, além da conduta e destino do homem também são temas estudados por este profissional.
Ele é o profissional que tem como ocupação principal se dedicar aos estudos da Filosofia e considera a área um dos princípios do conhecimento, seja para o saber, seja para conduzir a vida.
O filósofo investiga os princípios, fundamentos, essências da realidade circundante seja em uma perspectiva inerente à natureza, seja por levantar causas e explicações transcendentes, transcendentais ou metafísicas.
O termo também se refere à pessoa que, partindo deste conceito de conhecimento, opta por levar uma vida tranquila, tendo sua vida regida sob à luz de princípios obtidos do pensamento racional.
Neste sentido, o filósofo consegue ter um pensamento bastante racional sobretudo no que se refere à manutenção da tranquilidade e da sensatez para tomar decisões importantes.
O filósofo é movido pela consciência lúcida que a busca pelo conhecimento é uma característica da condição humana de adquirir sabedoria. Este princípio remonta ao que diz o filósofo grego Pitágoras, que é citado como o inventor do termo “filósofo”.
Desta forma, é comum que o filósofo tenha uma grande aptidão pela leitura, pesquisa e escrita, além de ter um raciocínio abstrato e um espírito investigativo e interpretativo.
Além disso, por ele ter esta característica de ser um estudioso, sua profissão está sempre relacionada com a área do ensino e da educação de maneira geral.
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